Com apenas 28 anos, mas muita bagagem empresarial nas costas, Diego Siqueira assume a presidência da Acieg Jovem, antes presidida pelo jovem empresário Paulo Ricardo. Saiba um pouco sobre sua trajetória nesta área de mercado e suas principais metas de trabalho à frente da entidade.
Primeiramente, gostaríamos que nos contasse um pouco da sua trajetória até chegar à presidência da Acieg Jovem?
Diego: Eu sempre gosto de falar que morei um bom tempo fora de Goiânia. Morei nove anos em São Paulo, capital, onde eu cursei Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, e fiz uma Pós-Graduação em Gestão de Risco no Instituto Educacional da BMF (Bolsa de Mercadorias e Futuros). Trabalhei em alguns bancos de investimentos, na parte de estruturação de produtos, investimentos, créditos e decidi voltar para Goiânia no pós-crise, em 2009. Pensei que seria interessante começar uma empresa, pois sempre trabalhei nos bancos, mas nunca em seguir carreira executiva neles, e sim de aprender, levantar conhecimentos para depois utilizar na minha própria empresa. Voltei para Goiânia em 2009 e abri uma empresa chamada Trinus Capital, que funciona como uma casa de negócios, em que a gente linka oportunidade ao dinheiro e o dinheiro à oportunidade. E nisto, conversando com pessoas sobre negócios, me apresentaram a Acieg Jovem, que era teoricamente um lugar onde empresários se encontram e que podem surgir oportunidades de negócios. Então foi exatamente nessa busca, quando abri minha empresa de contatos, relacionamentos, que eu conheci a Acieg por meio do ex-presidente Paulo Ricardo Vale. Comecei a participar com ele fielmente no movimento empresarial e descobri que não só a parte de relacionamentos é muito bacana, mas têm duas outras vertentes, a de e a de representatividade, que é a aproximação da classe empresarial com o poder público.
Quais os principais desafios você espera enfrentar à frente da Acieg Jovem?
O principal desafio é deixar esses resultados para os empresários jovens de uma forma mais concreta, porque é notável esse valor agregado que a entidade faz na vida dos empresários, tanto no relacionamento, capacitação e representatividade.
Quais são serão as principais metas e estratégias a serem implantadas na sua futura gestão?
Um dos objetivos que temos como ferramenta é montar uma equipe operacional administrativa dentro da Acieg Jovem e que ainda não existe. A idéia é montar um coordenador de equipe com uma equipe de trainees, para que esses sejam o corpo operacional da Acieg Jovem, e com isso nós vamos teoricamente dar um caráter mais coorporativo para a entidade, em que vão ser desenhadas tarefas para serem atingidas. Esse corpo operacional será um dos diferenciais. Vamos montar comitês temáticos e cada comitê será composto por uma equipe de diretores e associados e o braço operacional dos trainees. Essa equipe vai desenvolver várias ações para trabalhar o tema.
Avaliando o mercado nacional, o empresário jovem já possui um ambiente mais sólido para poder atuar?
Um dos objetivos da Acieg Jovem é transformar e deixar o ambiente de trabalho, de negócios, mais favorável, em que você consiga desenrolar as coisas com mais facilidade. Sem dúvida nenhuma houve uma mudança nesse ambiente de negócios. Estamos vivendo um momento da economia nunca visto antes no Brasil, um momento em que o mercado interno está se fortalecendo e se desenvolvendo de uma forma muito interessante, dada a dinamicidade dos meios de comunicação, até dos processos internos das empresas. Acredito que o cenário econômico nacional contribui muito para o trabalho da Acieg Jovem hoje em dia, que é de melhorar cada vez mais esse ambiente de negociação, e que acaba virando um ciclo: o ambiente contribui, a Acieg Jovem agrega, os empresários evoluem, o que contribui para a economia melhorar cada vez mais.
